Boa noite!
Hoje venho com mais sobre educação inclusiva. No curso da Redefor/Unesp, foi pedido para que fosse feita uma proposta de intervenção na escola a fim de contemplar a diversidade. Pensando na escola na qual trabalho que sempre está tão repleta de informações, estive pensando se essas informações estão realmente disponíveis a todos que passam por ali. Por isso pensei na proposta de intervenção que foi descrita abaixo.
Proposta de intervenção
1. Título - tema escolhido: Comunicação inclusiva na escola
2. Objetivo da proposta: Garantir que todos os envolvidos com a escola tenham acesso às informações disponíveis, nas salas de aula, pátio e nos demais ambientes.
3. Participantes: Gestores, professores, alunos e pais da Escola Estadual Hilda Silva.
4. Desenvolvimento da atividade: O tempo previsto será o ano todo.
Primeiramente será necessário reunir toda a equipe gestora e docente, para revisar o Projeto Político Pedagógico a fim de pensar nos alunos, gestores, professores, funcionários e também pais que tenham deficiência. Explicar que praticar uma comunicação inclusiva exige a mudança de hábitos - processo que demanda tempo, acertos e erros - e implica em exercitar os direitos humanos dentro da escola, pois toda pessoa tem o direito de acessar todas as informações.
Depois deverá ser feito um levantamento dos alunos, pais e responsáveis para saber quem tem alguma deficiência. Caso essa informação não conste na ficha de matrícula, elaborar um questionário e deixar claro, antes da aplicação, que o objetivo é obter dados para que a escola avance em uma comunicação inclusiva, atendendo à diversidade.
As mudanças são simples e são feitas sem nenhum custo a escola, como:
- Organizar as salas em formatos que atendam a estudantes surdos que não se utilizam da Libras e fazem leitura labial do professor e dos colegas.
- Posicionar cartazes e murais a meia altura para que usuários de cadeira de rodas e pessoas muito baixas, como as crianças, possam lê-los.
- Imprimir comunicados com letras grandes e de fácil leitura, como a fonte Arial, contemplando aqueles que têm baixa visão.
- Solicitar à pessoa que apresenta um evento ou conduz uma reunião em que são usados alto-falantes que diga inicialmente algumas palavras fora do microfone a fim de que as pessoas cegas saibam em que posição se encontra o orador e não virem o rosto na direção das caixas de som.
- Em reuniões de pais e outros momentos nos quais estejam presentes pessoas cegas e com baixa visão, descrever detalhadamente os elementos visuais apresentados, como fotos e telas de Power Point ou slides com gráficos e desenhos.
- Criar pequenas fichas com desenhos que simbolizem ações muito comuns na escola, como "recreio", "banheiro", "silêncio", "participem", por exemplo, e ensinar o significado desses símbolos para a comunidade. Usar sempre essas fichas publicamente mesmo sem a presença de estudantes, gestores, docentes e funcionários com deficiência. Para facilitar a compreensão, as áreas comuns da escola podem conter placas com os desenhos. Com isso, começa a ser disseminada a cultura de várias formas de comunicação atuando conjuntamente.
- Posicionar cartazes e murais a meia altura para que usuários de cadeira de rodas e pessoas muito baixas, como as crianças, possam lê-los.
- Imprimir comunicados com letras grandes e de fácil leitura, como a fonte Arial, contemplando aqueles que têm baixa visão.
- Solicitar à pessoa que apresenta um evento ou conduz uma reunião em que são usados alto-falantes que diga inicialmente algumas palavras fora do microfone a fim de que as pessoas cegas saibam em que posição se encontra o orador e não virem o rosto na direção das caixas de som.
- Em reuniões de pais e outros momentos nos quais estejam presentes pessoas cegas e com baixa visão, descrever detalhadamente os elementos visuais apresentados, como fotos e telas de Power Point ou slides com gráficos e desenhos.
- Criar pequenas fichas com desenhos que simbolizem ações muito comuns na escola, como "recreio", "banheiro", "silêncio", "participem", por exemplo, e ensinar o significado desses símbolos para a comunidade. Usar sempre essas fichas publicamente mesmo sem a presença de estudantes, gestores, docentes e funcionários com deficiência. Para facilitar a compreensão, as áreas comuns da escola podem conter placas com os desenhos. Com isso, começa a ser disseminada a cultura de várias formas de comunicação atuando conjuntamente.
Resultados esperados:
- Igualdade de acesso às informações disponíveis na escola;
- Participação mais ativa dos alunos e pais com deficiência no dia a dia da escola.

