segunda-feira, 19 de maio de 2014

Atividade 6 do Curso da Redefor _ Educação Inclusiva _ Deficiência Intelectual

Gestão democrática e participativa - Relatos das possibilidades


Articular o trabalho coletivo na escola é um desafio, pois é preciso a união da ação docente com a participação discente.
A escola que é organizada na gestão democrática se baseia na Lei de Diretrizes e Bases 9394/96.
Tenho a felicidade de trabalhar numa escola que se norteia na participação de todos da comunidade escolar. Há a formação de Conselhos, que há a participação de alunos e pais e a cooperação dos professores na formação do Projeto Político Pedagógico.
Tudo o que é discutido e colocado por pais e alunos em reuniões de Conselho, posteriormente é reavaliado pela equipe docente onde refletimos sobre os relatos que foram realizados e colocamos em ação as ideias mais abordadas. 
Nossa escola quando realiza esse tipo de parceria tem o objetivo comum com a melhoria da qualidade da educação.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Boa noite!
Hoje venho com mais sobre educação inclusiva. No curso da Redefor/Unesp, foi pedido para que fosse feita uma proposta de intervenção na escola a fim de contemplar a diversidade. Pensando na escola na qual trabalho que sempre está tão repleta de informações, estive pensando se essas informações estão realmente disponíveis a todos que passam por ali. Por isso pensei na proposta de intervenção que foi descrita abaixo.



Proposta de intervenção

1. Título - tema escolhido: Comunicação inclusiva na escola

2. Objetivo da proposta: Garantir que todos os envolvidos com a escola tenham acesso às informações disponíveis,  nas salas de aula, pátio e nos demais ambientes.

3. Participantes: Gestores, professores, alunos e pais da Escola Estadual Hilda Silva.

4. Desenvolvimento da atividade: O tempo previsto será o ano todo.
Primeiramente será necessário reunir toda a equipe gestora e docente, para revisar o Projeto Político Pedagógico a fim de pensar nos alunos, gestores, professores, funcionários e também pais que tenham deficiência. Explicar que praticar uma comunicação inclusiva exige a mudança de hábitos - processo que demanda tempo, acertos e erros - e implica em exercitar os direitos humanos dentro da escola, pois toda pessoa tem o direito de acessar todas as informações. 
Depois deverá ser feito um levantamento dos alunos, pais e responsáveis para saber quem tem alguma deficiência. Caso essa informação não conste na ficha de matrícula, elaborar um questionário e deixar claro, antes da aplicação, que o objetivo é obter dados para que a escola avance em uma comunicação inclusiva, atendendo à diversidade. 
As mudanças são simples e são feitas sem nenhum custo a escola, como:

- Organizar as salas em formatos que atendam a estudantes surdos que não se utilizam da Libras e fazem leitura labial do professor e dos colegas. 

- Posicionar cartazes e murais a meia altura para que usuários de cadeira de rodas e pessoas muito baixas, como as crianças, possam lê-los. 

- Imprimir comunicados com letras grandes e de fácil leitura, como a fonte Arial, contemplando aqueles que têm baixa visão. 

- Solicitar à pessoa que apresenta um evento ou conduz uma reunião em que são usados alto-falantes que diga inicialmente algumas palavras fora do microfone a fim de que as pessoas cegas saibam em que posição se encontra o orador e não virem o rosto na direção das caixas de som. 

- Em reuniões de pais e outros momentos nos quais estejam presentes pessoas cegas e com baixa visão, descrever detalhadamente os elementos visuais apresentados, como fotos e telas de Power Point ou slides com gráficos e desenhos. 

- Criar pequenas fichas com desenhos que simbolizem ações muito comuns na escola, como "recreio", "banheiro", "silêncio", "participem", por exemplo, e ensinar o significado desses símbolos para a comunidade. Usar sempre essas fichas publicamente mesmo sem a presença de estudantes, gestores, docentes e funcionários com deficiência. Para facilitar a compreensão, as áreas comuns da escola podem conter placas com os desenhos. Com isso, começa a ser disseminada a cultura de várias formas de comunicação atuando conjuntamente. 

Resultados esperados: 
- Igualdade de acesso às informações disponíveis na escola;
- Participação mais ativa dos alunos e pais com deficiência no dia a dia da escola.

terça-feira, 25 de março de 2014

Olá pessoal! Boa noite. 
Estou aqui mais uma vez para comentar a respeito de blogs. 
No curso que estou fazendo da Redefor/Unesp tive a oportunidade de conhecer o blog de uma colega de minha turma de Deficiência Intelectual, a Edna Gouvêa. Não a conheço pessoalmente, mas tenho me identificado bastante com as suas escritas.
Uma postagem que estava lendo que a Edna fez em seu blog tem o título: "Educação inclusiva: o desafio de aprender e compartilhar em meio às diferenças". Gostei desse post, porque teve o depoimento de um aluno com deficiência visual e auditiva que estuda numa escola regular do Recife. Segundo esse aluno, ele tem aprendido muito, apesar das dificuldades de interação. Um depoimento como o desse jovem é que nos faz enxergar que a inclusão é possível, que haverá sim dificuldades, mas que elas podem ser superadas com todos os envolvidos juntos.
O link é esse:

http://www.educacaoespecialedna.blogspot.com.br/search?updated-max=2012-07-05T11:19:00-07:00&max-results=7&start=2&by-date=false

Quem não conhece o blog da Edna, dá uma passadinha, pois vale a pena.

Abraços.
Elaine.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Links de blogs sobre a Educação Inclusiva

Navegando pela lista de blogs oferecidos pelo curso de Educação Inclusiva da Redefor, me interessei por esses dois:

http://elaineaee.blogspot.com.br/

http://evanildasalustiano.blogspot.com.br/


O primeiro aborda diversos assuntos sobre atendimento educacional especializado, retratando as diversas deficiências existentes.

O segundo, achei interessante porque logo na primeira página, estava um assunto que é pouco falado, ficando um pouco esquecido que é sobre crianças com altas habilidades ou superdotadas. Nós professores acabamos sempre muito preocupados com os alunos que apresentam algum tipo de dificuldade, seja por uma deficiência intelectual, auditiva, visual ou diversas outras que existem por aí, e deixamos passar despercebido alunos que vão além dos objetivos propostos para a série. Não podemos nos esquecer de que esses alunos também fazem parte da diversidade e que devemos pensar nas aulas de maneira que eles sejam muito bem trabalhados e não apenas deixados de lado, lendo ou fazendo uma atividade "extra" sem propósito que não seja o de atrapalhar a aula, enquanto os outros estão trabalhando.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Curso em Educação inclusiva - Deficiência intelectual

Através do encontro presencial realizado no dia 15/03/2014, através das dinâmicas "O guia e o cego" e "Sentindo algumas limitações", pude me colocar no lugar do outro como pessoas com deficiência visual, auditiva e cerebral e isso pra mim foi fundamental.
É incrível como só quando a gente vivencia uma situação que a gente passa a enxergar as coisas com outros olhos.
Valeu demais!


Elaine.